Mostrando postagens com marcador sociedade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sociedade. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 7 de agosto de 2023

VALE A PENA SE AJUSTAR A UMA SOCIEDADE PROFUNDAMENTE DOENTE?

Não é sinal de saúde estar bem ajustado a uma sociedade profundamente doente. Essa frase, atribuída ao filósofo indiano Jiddu Krishnamurti, resume uma crítica contundente à forma como nos relacionamos com o mundo em que vivemos. O que significa estar bem ajustado a uma sociedade? E o que significa ser uma sociedade profundamente doente? 

Podemos entender o ajustamento social como a capacidade de se adaptar às normas, valores e expectativas de uma determinada cultura ou grupo. É um processo que envolve aprendizagem, conformidade e obediência. Quem está bem ajustado, geralmente, é aceito e reconhecido pelos demais, e desfruta de certos benefícios e privilégios. Quem não está bem ajustado, por outro lado, é visto como desviante, rebelde ou problemático, e sofre discriminação e exclusão. 

No entanto, o ajustamento social não implica necessariamente em saúde mental ou bem-estar. Pelo contrário, pode ser uma fonte de sofrimento e alienação. Isso porque nem sempre as normas e valores sociais são justos, éticos ou saudáveis. Muitas vezes, eles são baseados em interesses particulares, preconceitos ou violências. Assim, estar bem ajustado a uma sociedade pode significar renunciar à própria individualidade, criatividade e liberdade, em troca de uma ilusão de segurança e pertencimento.

Krishnamurti foi um pensador que questionou profundamente as estruturas sociais que nos condicionam e nos impedem de conhecer a nós mesmos. Ele defendia que a verdadeira revolução não é política, econômica ou religiosa, mas psicológica. Para ele, só podemos transformar o mundo se primeiro transformarmos a nossa mente, libertando-nos de todo tipo de autoridade, dogma ou ideologia. Ele propunha um caminho de autoconhecimento, meditação e desapego, que nos levasse a uma percepção direta da realidade, sem intermediários ou filtros. 

Uma sociedade profundamente doente é aquela que se baseia na exploração, na competição, na violência, na desigualdade e no medo. É uma sociedade que gera conflitos, guerras, injustiças e sofrimentos. É uma sociedade que nos aliena de nós mesmos, dos outros e da natureza. É uma sociedade que nos impede de sermos felizes. 

Não é sinal de saúde estar bem ajustado a uma sociedade profundamente doente. É sinal de coragem, lucidez e compaixão resistir a essa sociedade e buscar uma forma de vida mais autêntica, harmoniosa e significativa. É sinal de sabedoria buscar o conhecimento de si mesmo, além das aparências e das ilusões. É sinal de amor buscar a paz interior e a fraternidade universal. Esse é o desafio que Krishnamurti nos propõe: sermos livres para pensar por nós mesmos, para sentir o que realmente sentimos, para agir de acordo com o nosso discernimento. Seremos capazes de aceitar esse desafio? Seremos capazes de criar uma sociedade mais saudável? Seremos capazes de sermos felizes?

Se você gostou desse conteúdo e sentir o chamado do seu coração, deixe o seu precioso like e inscreva-se no canal “Arte Educação – Em busca do homem Integral”, um canal não monetizado criado para unir os humanos de boa vontade. Os co-criadores da Nova Terra, os trabalhadores da luz comprometidos com a construção de um mundo mais justo e ético. Um mundo digno da verdadeira essência de “ser humano”.

CANAL NO YOUTUBE: https://youtu.be/OJzCNAAy36U


Por Diógenes Lima

sexta-feira, 13 de abril de 2018

A MORAL É BOA, MAS A ÉTICA É MAIS GOSTOSA PRA QUEM SE ALIMENTA DE DIGNIDADE ( Dhi Limah)


Se um dia tiveres de optar pela ética e a moral escolha a ética. Pois a moral, ao contrário da ética nada mais é do que um conjunto de regras que faz de você um submisso da sociedade, a ética por sua vez, faz de você uma pessoa audaz, que age e fala de acordo com seu interior, suas ideias, com aquilo que parece ser realmente certo e não com o que os demais dizem ser o correto.
Ágatha Faria

domingo, 19 de junho de 2016

O POLITICAMENTE CORRETO TEM A VER COM CONTROLE E NÃO COM EDUCAÇÃO OU ETIQUETA



Eu gostaria de falar hoje sobre o que é politicamente correto, pelo menos em sua versão moderna, e também sobre o que não é, e o que nós podemos fazer para lutar contra isso.Para começar, nós precisamos entender que politicamente correto não tem nada a ver com ser bom. Não é simplesmente uma questão social, ou um subconjunto das guerras culturais. Não se trata de educação, ou inclusão, ou de boas maneiras. Não se trata de ser respeitoso para com os seus colegas, e não é sobre ser sensível ou cuidadoso ou evitar sentimentos feridos e insultos desagradáveis.
Mas você já ouviu esse argumento, tenho certeza: O politicamente correto tem simplesmente a ver com respeito e inclusão, eles nos disseram. Como se precisássemos de progressistas – os aplicadores culturais – para nos ajudar a compreender que não devemos chamar alguém de retardado, ou usar a palavra “N” ou fazer comentários prejudiciais sobre a aparência de alguém ou tolerar provocadores. Se o PC realmente fosse algo relacionado à bondade e ao respeito, não teria de ser imposto a nós. Depois de tudo, nós já temos um mecanismo para a coesão social que o PC diz representar: ele é chamado de bons modos. E nós já possuímos indivíduos específicos encarregados de assegurar que boas maneiras sejam incutidas e acolhidas: eles são chamados de pais.
Politicamente Correto Definido
Mas o que exatamente é o PC? Deixe-me tomar uma facada ao defini-lo: O politicamente correto é a manipulação consciente, concebida de linguagem destinada a alterar a forma como as pessoas falam, escrevem, pensam, sentem e agem em prol de uma agenda bem definida.
O PC deve ser entendido como propaganda, que é como eu sugiro que nos aproximemos dele. Mas ao contrário de propaganda, que historicamente tem sido utilizada pelos governos para favorecer uma determinada campanha ou esforço conjunto, o PC é abrangente. Destina-se tão somente a nos moldar em versões modernas não alienadas de Marx, livre de todas as suas pretensões burguesas e convenções sociais corriqueiras.
Como todas as propagandas, o PC é essencialmente uma mentira. Trata-se de se recusar a lidar com a natureza subjacente da realidade, na verdade, tentando alterar essa realidade por decreto legislativo e social. A já não é mais A.
Citando Hans-Hermann Hoppe:
“[O]s mestres estipulam que a agressão, invasão, assassinato e guerra são realmente autodefesa, enquanto autodefesa é agressão, invasão, assassinato e guerra. A liberdade é a coerção, e coerção é a liberdade. Os impostos são pagamentos voluntários, e os preços voluntariamente pagos são impostos de exploração. Em um mundo politicamente correto, a metafísica é desviada e reencaminhada. A verdade se torna maleável, para poder servir a um propósito maior determinado por nossos superiores. ”
Mas de onde vem tudo isso? Certamente o PC, em todas as suas diversas formas, não é nada novo sob o sol. Acredito que nós possamos imaginar que os senhores feudais, reis, imperadores e os políticos sempre tentaram controlar a língua, pensamentos, e assim as ações de seus súditos. A polícia do pensamento sempre existiu.
Para entender as origens do politicamente correto, podemos olhar para o supracitado Marx e, mais tarde, para a Escola de Frankfurt. Podemos considerar a obra de Leo Strauss pelo seu impacto no mundo sedento por guerra dos think tanks. Podemos estudar a sloganeering enganosa de Saul Alinsky. Poderíamos citar o filósofo francês Foucault, que usou o termo “politicamente correto” na década de 1960 como uma crítica ao dogma científico. Mas se você realmente quiser entender a arte negra da propaganda PC, deixe-me sugerir a leitura de um de seus principais profissionais, Edward Bernays.
Bernays era um homem notável, alguém que literalmente escreveu o livro sobre propaganda e seu aspecto sutil de relações públicas. Ele é pouco discutido hoje no Ocidente, apesar de ser o padrinho da produção moderna. Ele era sobrinho de Sigmund Freud e, como Mises, nasceu na Áustria no final do século XIX. Ao contrário de Mises, no entanto, ele por acaso veio à Nova York quando criança e então passou a viver surpreendentes 103 anos. Um de seus primeiros empregos foi como um agente de imprensa para o comitê do presidente Woodrow Wilson sobre Informação Pública, órgão projetado para gerar apoio popular à entrada dos EUA na WW1 (americanos alemães e americanos irlandeses especialmente se opunham). Foi Bernays que cunhou a frase infame “Tornar o mundo seguro para a democracia”, utilizado pela comissão.
Depois da guerra, ele se perguntou se alguém poderia “aplicar uma técnica similar para os problemas da paz”. E por “problemas”, Bernays referia-se a vender o material. Dirigiu campanhas bem-sucedidas promovendo o sabonete Ivory, bacon e ovos como um café da manhã saudável e ballet. Dirigiu várias campanhas publicitárias de grande sucesso, principalmente para Lucky Strike em seus esforços para que fumar se tornasse socialmente aceitável para as mulheres. O Papel da “Psicologia de Rebanho” Bernays foi bem aberto e até mesmo orgulhoso em participar da “fabricação do consentimento”, um termo usado pelo cirurgião e psicólogo britânico Wilfred Trotter em seus instintos seminais do “Rebanho na Guerra e Paz” publicada em 1919.
Bernays se apaixonou pelo conceito de psicologia de rebanho. O instinto de rebanho implica na profunda necessidade psicológica estabelecida para conseguir a aprovação de um grupo social. O rebanho supera qualquer outra influência; como seres humanos sociais, a nossa necessidade de nos encaixar é primordial. Mas, por mais enraizada que fosse, na visão de Bernays o instinto de rebanho não poderia ser algo confiável. O rebanho é irracional e perigoso, e deve ser dirigido por homens mais sábios de mil maneiras imperceptíveis – e esta é a chave. Eles não devem saber que estão sendo direcionados. As técnicas que Bernays empregou são utilizadas ainda hoje para moldar o politicamente correto. Primeiro, ele compreendeu como a toda poderosa mente e o instinto de rebanho são realmente. Nós não somos os flocos de neve especiais que imaginamos, de acordo com Bernays. Em vez disso, somos criaturas tímidas e maleáveis que querem desesperadamente se encaixar e ganhar a aceitação de um grupo.
Em segundo lugar, ele entendeu a importância crítica de usar autoridades de terceiros para promover causas ou produtos. Celebridades, atletas, modelos, políticos e as elites ricas são aquelas pessoas de quem o rebanho segue os passos, quer eles estejam endossando uma consciência transgênero ou vendendo carros de luxo. Então, quando George Clooney ou Kim Kardashian apoiam Hillary Clinton, isso possui ressonância no rebanho.
Em terceiro lugar, ele compreendeu o papel que as emoções desempenham em nossos gostos e preferências. Não é um determinado candidato ou cigarro, ou um relógio ou uma bolsa que realmente queremos, é o componente emocional do anúncio que nos afeta, contudo, subconscientemente.
O Que Nós Podemos Fazer Sobre
Portanto, a questão que nos perguntamos é a seguinte: como iremos lutar contra o PC? O que podemos fazer, como indivíduos com quantidades limitadas de tempo e recursos, com as sérias obrigações com as nossas famílias, entes queridos e nossas carreiras, para reverter a crescente maré de escuridão?
Em primeiro lugar, devemos entender que estamos em uma luta. O PC representa uma guerra para os nossos próprios corações, mentes e almas. O outro lado entende dessa maneira, assim como você também deveria compreender. A luta está ocorrendo em várias frentes: o complexo linguístico do estado opera não só dentro do governo, mas também em universidades, meios de comunicação, o mundo dos negócios, igrejas e sinagogas, organizações sem fins lucrativos e organizações não governamentais. E, assim, você precisa compreender as forças alinhadas contra você.
Entenda que os promotores do PC não estão perguntando de você, não estão debatendo com você, e tampouco se preocupam com o seu voto. Eles não se importam se podem vencer nas urnas, ou se usam meios extralegais. Há milhões de progressistas nos EUA que iriam criminalizar absolutamente qualquer discurso que não estivesse alinhado com o seu sentido de justiça social. Uma pesquisa sugere que 51% dos democratas e que 1/3 de todos os americanos fariam exatamente isso.
O outro lado está lutando de maneira deliberada e tática. Então perceba que você está em uma luta, e luta para trás. Culturalmente, esta é realmente uma questão de vida ou morte.
Nós ainda temos liberdade para agir
Por pior que a contaminação do PC possa ser neste momento, nós não somos como Mises, que teve que fugir dos nazistas, com apenas alguns poucos dias de vantagem. Temos enormes recursos à nossa disposição na era digital. Nós ainda podemos nos comunicar globalmente e criar comunidades de vozes sinceras e anti-PC. Ainda podemos ler e partilhar livros anti-estatais e artigos. Ainda podemos ler a história real e os grandes clássicos literários anti-PC. Nós ainda podemos educar nossos filhos.
Nós ainda podemos realizar eventos como este hoje.
Isso não quer dizer que contrariar o PC não irá te ferir: é possível que você perca um cargo de trabalho, a reputação, amigos, e até mesmo a família e isso é muito grave. Mas não devemos optar pelo derrotismo, pois isso nos faria indignos de nossos antepassados.
Use o humor para ridicularizar o PC. O PC é um absurdo, e a maioria das pessoas sentem isso. Os seus praticantes sofrem de uma risível falta de autoconsciência e de ironia. Use todas as ferramentas à sua disposição para zombar, ridicularizar e expor o PC no que ele realmente é.
Nunca se esqueça de que a sociedade pode mudar muito rapidamente após certos eventos precipitantes. Certamente, todos esperamos que nenhuma grande calamidade atinja a América sob a forma de um colapso econômico, um colapso da moeda, uma incapacidade para proporcionar direitos e bem-estar, falta de energia, alimentos e escassez de água, desastres naturais ou distúrbios civis. Mas não podemos descartar a possibilidade de essas coisas acontecerem.
E se isso acontecer, eu acredito que a linguagem PC e pensamento PC serão para o estado o primeiro ornamento a ser perdido. Apenas as sociedades ricas e modernas podem se dar ao luxo de uma mentalidade que não se tem nada a ver com a realidade, e essa mentalidade vai ser rapidamente posta de lado com a parte “rica” da América em ruínas.
Homens e mulheres devem começar a redescobrir que eles precisam mutuamente uns dos outros e que se complementam, no caso de o estado de bem-estar social quebrar. Intermináveis horas gastas em mídias sociais podem dar lugar para reconstruir conexões sociais que realmente importam quando os chips acabarem.
Mais estruturas familiares tradicionais podem de repente parecer menos opressivas em face de grande incerteza econômica. Escolas e universidades podem redescobrir o valor de ensinar habilidades práticas, em vez de história e estudos de reclamações caiadas. As preferências sexuais de alguém podem não mais figurar como relevantes no esquema das coisas, pelo menos certamente não mais surgirão como uma fonte de direitos. O Estado de direito pode tornar-se algo mais do que uma mera abstração a ser descartada a fim de promover a justiça social e negar privilégio.
O caminho a ser percorrido é longo
Receio que posso não fazer muito sucesso ao afirmar isso, mas temos de estar preparados para uma longa e dura campanha. Vamos deixar as promessas vazias com soluções rápidas para os políticos. Os progressistas jogam o jogo longo magistralmente. Eles levaram 100 anos para saquear nossas instituições palmo a palmo. Eu não estou sugerindo incrementalismo para recuperar essas instituições precipitadamente, que, de qualquer forma, estão ainda muito longe – mas para criar a nossa própria.
Promotores politicamente corretos procuram nos dividir e nos atomizar, por classe, raça, sexo e sexualidade. Então, vamos para cima deles. Vamos ignorar as instituições controladas por eles em favor de nossa própria. Quem disse que não podemos criar as nossas próprias escolas, nossas igrejas, nossos próprios meios de comunicação, a nossa própria literatura, e as nossas próprias organizações cívicas e sociais? Partindo do zero, certamente é menos assustador do que lutar contra o politicamente correto em seu próprio campo.
Conclusão
O PC é um vírus que coloca a nós – os amantes da liberdade – no chinelo. Quando permitimos que os progressistas enquadrem o debate e controlem a narrativa, perdemos o poder sobre as nossas próprias vidas. Se não lidarmos com o que o estado e seus agentes estão fazendo para nos controlar, honestamente, podemos nos perguntar quanto tempo mais organizações como o Instituto Mises (Alabama) serão livres para realizar eventos como este de hoje.
Será que é realmente inimaginável que você possa acordar um dia e encontrar sites com conteúdos anti-estado e anti-igualitário bloqueados – sites como mises.org e lewrockwell.com?
Ou que os meios de comunicação social como o Facebook podem simplesmente eliminar as opiniões consideradas inaceitáveis na Nova América?
Na verdade, a principal influência do Facebook, Mark Zuckerberg, recentemente foi ouvido em uma cúpula da ONU dizendo à Angela Merkel que ele iria começar a trabalhar na supressão de comentários do Facebook por alemães que têm a audácia de se opor à manipulação do governo dos migrantes.
Aqui está a declaração do Facebook:
“Estamos empenhados em trabalhar em estreita colaboração com o governo alemão sobre esta importante questão. Nós pensamos que as melhores soluções para lidar com as pessoas que fazem comentários racistas e xenofóbicos podem ser encontrados quando os prestadores de serviços, governo, e sociedade civil trabalharem todos juntos para enfrentar este desafio comum. ”
Animador, não é? Em breve em um servidor próximo de você, a menos que todos fiquemos ocupados.

Tradução: Ladhini Bauer
Por Jeff Deist, presidente do Mises Institute. Por vários anos ele foi conselheiro de Ron Paul e advogado tributarista especializado em fusões e aquisições.
Publicado originalmente em Instituto Rothbard

quinta-feira, 25 de abril de 2013

COMO SER POPULAR E FAMOSO? HELENA BLAVATSKY ENSINA...



É muito fácil na verdade. 


Basta rugir como os lobos; apreciar publicamente as mediocridades, fechar os olhos a todas as verdades desagradáveis aos líderes da sociedade; reverenciar a vulgaridade e o poder e aplaudi-los abertamente.

(Helena Blavatsky)

sábado, 22 de setembro de 2012

JUNTE-SE A RESISTÊNCIA E ESPALHE O CONHECIMENTO



90% da população mundial tem o cérebro bloqueado para a verdade, eles não sabem que são escravos. Seu cérebro esta preparado para fazer cumprir a programação social endoutrina desde o seu nascimento.


Ao contrário de nós, eles não conseguem sair desta programação porque ainda não experimentaram esta extraordinária revolução mental. Estas pessoas programadas levam muito a sério as instituições sociais e as regras impostas a eles. A sociedade está cheia de jogos (programas) para manterem a mentes das pessoas ocupadas para que estas não se revoltem. Estes jogos causam, às vezes  fixações doentias em protocolos peculiares, estruturas de poder, tabus,  dominação e todas as formas sutis de dominação humana. Esta forma distinta de loucura não é apenas tolerada pelas massas, mas também lhes é imposta. 




sexta-feira, 25 de maio de 2012

NORMOSE: A DOENÇA DO NOSSO SÉCULO

FONTE: CONSCIÊNCIA EM EXPANSÃO

Todo mundo quer se encaixar num padrão. Só que o padrão propagado pela MASS MEDIA não é exatamente fácil de alcançar. O sujeito “normal” é magro, alegre, belo, sociável, e bem-sucedido. Bebe socialmente, está de bem com a vida, não pode parecer de forma alguma que está passando por algum problema. 

Quem não se “normaliza”, quem não se encaixa nesses padrões, acaba adoecendo. A angústia de não ser o que os outros esperam de nós gera bulimias, depressões, síndromes do pânico e outras manifestações de não enquadramento.


segunda-feira, 19 de março de 2012

PAUL BRUNTON: "A MASSA É APÁTICA DIANTE DA BUSCA"


Todo aquele que percebe a inferioridade de seu ambiente em relação ao que poderia ser, assim como a imperfeição de sua natureza à Luz de suas possibilidades não desenvolvidas, e que se propõe a melhorar o primeiro e sanar a segunda, deu o primeiro passo para a busca... Num dia decisivo, ele vai perceber, com pesar, que está preso pelas atividades externas como se fosse por um polvo. Vai então empunhar a faca da determinação penetrante e implacável e cortar de uma vez por todas os tentáculos que o prendem... Os que se interessam por idéias avançadas o suficiente para persegui-las a despeito do desprezo social, assim como os que têm coragem para explorar o que está além das idéias já aceitas, tornaram-se um contingente significativo de buscadores... A massa é apática diante da Busca: os pobres por uma série de razões, os ricos por outra. Apenas os poucos capazes de ter juízo individual, os pensadores independentes e ousados, serão capazes de se destacar da massa... Ele vai precisar de muita coragem para a Busca, porque será confrontado por dois inimigos poderosos. Um é ele próprio; o outro, a sociedade. No interior de si mesmo, vai ter que travar batalha contra os grandes desejos. No interior da sociedade, vai ter que lutar contra as grandes tradições... Não são muitos os que estão prontos para essa independência de atitude e de vida. É necessário, antes de tudo, certa força interior e, evidentemente, uma disposição natural ou adquirida para desertar do rebanho se necessário.

Paul Brunton

"Que não sejamos desleais ao bem que está em nós por uma submissão covarde ao mal que está na sociedade".


terça-feira, 29 de novembro de 2011

REVANCHISMO NA EDUCAÇÃO PÚBLICA DO RIO: ESSA SITUAÇÃO JÁ ESTÁ BEIRANDO AO ABSURDO!



Não é novidade para ninguém que estou licenciado pela prefeitura por motivos até ingenuamente, ou se preferirem, sinceramente expostos aqui. Motivos estes incompreensíveis de estarem no seiodo processo educacional limando as potencialidades e possibilidades de iniciativas, propostas, projetos, ações, práticas, atitudes e políticas que estejam comprometidas em seus objetivos com o debate e a reflexão sobre a necessidade de valores de elevada transcendência ética, moral e espiritual orientando/permeando nossas vivências em sociedade.

Desmotivado, derrotado, desiludido, morto desde 1999 ( Entendeu alguma coisa? Nem eu! ) como afirmam alguns por aí. “Magoado” por não ter sido aceito na equipe de fulana ou na de sicrana. ( Prende essas que estão loucas de pedra!kkkkk ). 

Estou sendo levado a saber de verdadeiras lendas estarem sendo criadas com meu exótico e grego nome, Diógenes ( Da raiz de Dionísio o Deus Baco do prazer – Aquele que tem duas origens DIO = Dois GENES= Origens, uma sagrada e uma profana. Também Diógenes, o cínico. Desse herdei algo! 

Voltando à doidice. Nunca me interessei por parceria nenhuma que não fosse aquela comprometida com a comunidade e essas se estabeleceram com alunos, mães e pais presentes, funcionários e educadores da comunidade; bem como as poucas pessoas que, não oriundas de lá, sinceramente se relacionam com a comunidade em uma troca dinâmica de vivências e experiências. Não usem meu nome que não há profissional nenhum de educação na Maré fora do meu convívio estrito social que tenha o direito de usá-lo contra minha história digna e ética na Maré relacionando-o irresponsavelmente com pessoas, instituições e /ou projetos que nem de longe afinam com a teoria filosófica que fundamenta minha atuação sócio-cultural e política.

Sou Diógenes Lima, um ator social arte educador profissional de dança brasileiro nascido e criado na Maré; tentando, na medida do possível exercer e afirmar minha cidadania e a cidadania dos moradores da comunidade e das similares à que nasci; internacionalmente conhecidas como favelas. 

Aqui na internet qualquer criatura no planeta poderá comprovar com farto registro de imagens particulares e do patrimônio público, a minha trajetória artística eeducacional que não combina com a imagem “execrável” que alguns vêm tentando vender em alguns círculos que nunca manifestei e definitivamente nem imaginei integrar de coordenações, direções, e poupe-me.

Como já afirmei... Arte Educador Profissional de Dança... O que sou me basta! Não quero ser diretor, coordenador de nada que não seja o projetoparticular em arte educação, premiado nacional e internacionalmente, que compartilho voluntariamente com a comunidade e hei de conseguir parceiros para ajudar a ampliar essa exitosa iniciativa.  Só quero um espaço democrático no sentido transcendental de seu significado, organizado, vivaz, dinâmico, digno, ético, coerente com o significado de escola onde eu possa continuar fazendo o mínimo que posso fazer por minha comunidade, trabalhar pela expansão da consciência de seus “filhos”, meus irmãos de caminhada evolutiva. Posso? Ou está difícil para os responsáveis por isso viabilizarem essa possibilidade? Ainda bem que algumas pessoas estão fugindo à regra da covardia e ainda manifestam sentimentos humanos. 

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

BIG BROTHER BRASIL: A INDIGNAÇÃO DE UM VERDADEIRO "GRANDE IRMÃO" DO BRASIL... LUIZ FERNANDO VERÍSSIMO.

Em agosto de 2010 quando estavam iniciando as inscrições para o Big Brother Brasil fiz, enquanto ator social, uma sugestão à direção do programa, mas na corrente contrária à expansão da consciência coletiva do povo brasileiro a produção do reality show preferiu mais uma vez presentear o povo brasileiro com a vulgaridade. 

Ainda bem que nem todos estão "drogados" pela mídia e um verdadeiro "Grande Irmão" do Brasil, Luiz Fernando Veríssimo, com muita propriedade resumiu na crônica a seguir a indignação dos brasileiros que ainda conseguem ter um pouco de discernimento no meio da decadência cultural promovida pela banda podre da mídia brasileira.

sábado, 24 de abril de 2010

COMO SE PODE ADQUIRIR FAMA E POPULARIDADE?

Compartilhar

De modo muito fácil na verdade. Basta rugir como os lobos; apreciar publicamente as mediocridades, fechar os olhos a todas as verdades desagradáveis aos líderes da sociedade; reverenciar a vulgaridade e o poder e aplaudi-los abertamente. (Helena Petrovna Blavathisky)
 


AJUDE A DIVULGAR 
10/10/2010
DESLIGUE SUA TV

sexta-feira, 16 de abril de 2010

BRASILEIRO: CIDADÃO PLENO OU MEIO CIDADÃO?

Compartilhar


O descaso aos direitos do cidadão no Brasil é um problema endêmico de nossa sociedade institucionalizado por práticas seculares de descaso das autoridades e instituições que deveriam zelar pelos nossos direitos. 

O caso, ou melhor, o descaso a seguir é um retrato fiel da situação em que se encontram os brasileiros entregues à própria sorte e que morrem lutando por seus direitos em diferentes instâncias de nossa sociedade.





DAS REGRAS DO “CALL CENTERS” E O CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR

terça-feira, 16 de março de 2010

GREVE DE PROFESSORES: A FORMA DE REIVINDICAÇÃO NÃO ESTARIA OBSOLETA?

A pouca divulgação ética e cidadã na mídia da greve dos professores em São Paulo acena para o já conhecido descaso com a Educação no Brasil cujas consequências funestas para a sociedade de maneira geral já são visíveis em um corpo social enfermo marcado por feridas que insistem em não cicatrizar devido à nossa incapacidade de enfrentar o problema com o devida atenção e respeito que merece. Afinal de contas trata-se da Educação, base de qualquer sociedade que se pretende justa e digna.


quarta-feira, 10 de março de 2010

SOBRE A CRISE EXISTÊNCIAL DO IMPERADOR

Quisera eu, com minhas turmas superlotas de jovens cidadãos ávidos por cidadania num contexto educacional caótico, poder ter uma crise existêncial e merecer o destaque que esse rapaz ( O imperador Adriano ) está merecendo na mídia inútil que faz a cabeça do povo brasileiro.


sábado, 23 de janeiro de 2010

O ESPÍRITO COMUNITÁRIO

Será certamente o espírito comunitário o princípio básico que dará o tom dominante da sociedade que se esboça no terceiro milênio que nesses tempos se inicia.

Vivemos no auge do materialismo, da competição armamentista, da ganância e da busca desenfreada por prazeres, do sentido do ter, do acumular e do explorar.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Parabenizando o "Concepções Contemporâneas"!


No plano dos elevados valores éticos e morais que fundamentam e que dignificam a vida em sociedade, os resultados das experiências irmanadas em um evento de grande importância para a Arte/Educação na América Latina e Caribe em nosso país como o “Concepções Contemporâneas”; realizado de 25 a 28 de novembro na bela capital mineira; transcendem os limites da nossa compreensão intelectual.

sábado, 24 de outubro de 2009

ONDE BUSCAR AJUDA?

Três vezes na semana desperto às 05:00 da manhã, ultimamente com o saudável hábito, que pretendo, necessito e devo cultivar; de fazer uma meditação de agradecimento à Luz Divina por mais um dia como oportunidade de aprimoramento na escola da vida onde canalizo forças e intenções positivas para tratar de levar, apesar dos pesares, um referencial positivo às centenas de alunos da comunidade onde nasci e hoje tenho o privilégio de estar educador, a Maré.

Dia desses não consegui dormir como deveria. Rajadas de metralhadora; agora tão comuns na madrugada de várias comunidades da cidade me impediam de descansar dignamente no seio do meu lar e então duas horas antes do planejado e de costume me vi desperto compulsoriamente apesar do corpo e o espírito necessitarem de um pouco mais de descanso. Coloquei um CD de músicas transcendentais e um fone de ouvido para sair da realidade assustadora e comecei a ler um livro de temática budista para ver se o sono retornava, mas nada. Belas imagens passaram pela minha cabeça e pérolas do conhecimento espiritual com certeza se fixaram em minha mente, intensamente.

DOAÇÃO

A TEMPESTADE ESTÁ SOBRE NÓS: Você está assistindo a um filme com roteiro

  Às vezes você deve caminhar pela escuridão antes de ver a luz!  É somente no precipício [momento da destruição] que as pessoas encontrarão...