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quarta-feira, 20 de outubro de 2010

COMO É FÁCIL, AINDA, JULGAR OS OUTROS...

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Como é fácil, ainda, julgar os outros, geralmente realçando, focando aspectos que tem a ver com preconceitos que ganhamos de presente em nossa infância. Como ainda é forte o que nos separa, nos divide e por vezes nos deixa isolados em nosso caminhar! Precisamos urgentemente atualizar nosso velho sistema operacional. Está mais do que na hora de perceber, vivenciar e espalhar a Unidade, de deixar a cada dia mais de lado nosso ego e vibrar o NÓS, passar de uma vez da mente que julga e separa para o coração que ama incondicionalmente, pois sabe que SOMOS TODOS UM SÓ. Sim, o coração sabe que tudo já está dentro de nós, que o mais importante é antes o relacionamento amoroso conosco mesmos, o autoconhecimento profundo de nossa Alma, a essência indestrutível, nosso centro perene, a centelha divina que tudo é, que tudo sabe e tudo contém...

Fragmento do artigo ESPECIAL STUM: Movimentos de Amor
Fonte: www.somostodsum.ig.com

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

CRÔNICAS DE UM FAVELADO: O ATO VIVO DA "PERFORMANCE"

Relembrar experiências vividas; sejam elas de que índole for, é sempre muito interessante, principalmente quando se tem plena consciência de que a partir desse relembrar, se pode repensar, reavaliar e afirmar as “marcas” indeléveis deixadas por essas vivências. Marcas essas que, carregadas de significados e significantes, compõem hoje o manancial de elementos que formam nossas múltiplas personalidades (O eu pai, o eu filho, o eu amigo, o eu artista, o eu ator social, o eu...) e que revividas acabam revelando aspectos ocultos e importantes dessas vivências que até então passaram desapercebidos pelo consciente, mas que seguramente habitam o rico e maravilhoso universo do inconsciente.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

UM FILHO DA MÃE GENTIL... RECAPITULANDO

Da Infância na Maré à afirmação da cidadania na rede mundial de computadores; já se vão quatro décadas de vivências, relações, encontros e desencontros que compõem as experiências que têm dinamizado minha passagem até aqui pelo orbe terrestre.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

CRÔNICAS DE UM FAVELADO - INFÂNCIA NA MARÉ - PARTE I

Da infância na maré me lembro pouco, ou quase nada, da indignação dos moradores frente às condições (sub) humanas que caracterizavam aquele cotidiano. Minha inocência infantil se envolvia com outras imagens e aspectos do cotidiano; se fixava em formas, ritmos e cores que na visão quase sempre onírica do olhar infantil revelavam um espaço mágico e labiríntico formado por uma arquitetura improvisada onde becos saiam em becos, onde portas se confundiam com janelas e onde pessoas e animais conviviam harmoniosamente num ambiente praticamente rural que pra mim era a imagem do paraíso - o lugar onde nasci; cresci e criei laços afetivos, espaciais e pessoais que hoje compõem a minha história, a minha origem.


DOAÇÃO

A TEMPESTADE ESTÁ SOBRE NÓS: Você está assistindo a um filme com roteiro

  Às vezes você deve caminhar pela escuridão antes de ver a luz!  É somente no precipício [momento da destruição] que as pessoas encontrarão...