sábado, 23 de abril de 2011

PARA REFLETIR...

"TUDO QUE EU DEVERIA SABER, APRENDI NO JARDIM-DE-INFÂNCIA" (Robert Fulghum)



Tudo que eu preciso mesmo saber como viver, o que fazer, e como ser, aprendi no jardim-de-infância. A sabedoria não estava no topo da montanha mais alta, no último ano de um curso superior, mas no tanque de areia do pátio da escolinha maternal. Vejam o que aprendi:


Dividir tudo com os companheiros.
Jogar conforme as regras do jogo.
Não bater em ninguém.
Guardar os brinquedos onde os encontrava.
Arrumar a "bagunça" que eu mesmo fazia.
Não mexer no que não era meu.
Pedir desculpas, se machucava alguém.
Lavar as mãos antes de comer.
Apertar a descarga da privada.
Biscoito quente e leite frio fazem bem a saúde.
Fazer de tudo um pouco - estudar, pensar e desenhar, pintar, cantar e dançar, brincar e trabalhar,
de tudo um pouco, todos os dias.
Tirar uma soneca todas as tardes.
Ao sair pelo mundo, cuidado com o trânsito,
ficar sempre de mãos dadas com o companheiro e sempre "de olho" na professora.

Pense na sementinha de feijão, plantada no copo de plástico: as raízes vão para baixo e para dentro, e a planta cresce para cima - ninguém sabe como ou por que, mas a verdade é que nós também somos assim.

Peixes dourados, porquinhos-da-índia, esquilos, hamsters e até a semente no copinho plástico - tudo isso morre. Nós também.

E lembre-se ainda dos livros de histórias infantis e da primeira palavra que você aprendeu, a mais importante de todas: Olhe!

Tudo que você precisa mesmo saber está por aí, em algum lugar. A regra de ouro, o amor e os princípios de higiene. Ecologia e política, igualdade e vida saudável.

Escolha um desses itens e o elabore em termos sofisticados, em linguagem adulto; depois, aplique-o à vida da sua família, ao seu trabalho, à forma de governo de seu país, ao seu mundo,  e verá que a verdade que ele contém mantém-se clara e firme. Pense o quando o mundo seria melhor se todos nós - o mundo inteiro - fizéssemos um lanche de biscoito com leite às três da tarde e depois nos deitássemos, sem a menor preocupação, cada um no seu colchãozinho, para uma soneca. Ou se todos os governos adotassem, como política básica, a idéia de recolocar as coisas nos lugares onde estavam quando foram retiradas, arrumar a "bagunça" que tivesse feito.

É verdade, não importa quantos anos você tenha: ao sair pelo mundo, vá de mãos dadas, e fique sempre "de olho" no companheiro.



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